quarta-feira, 23 de abril de 2014

Escolas da rede municipal são aprovadas para programa de cultura do governo federal

 Seis unidades da rede de ensino da Prefeitura de São Luís foram aprovadas na seleção do programa Mais Cultura nas Escolas, de iniciativa dos ministérios da Cultura e da Educação. A lista divulgada pelo governo federal contempla as Unidades de Educação Básica (U.E.B.) Justo Jansen, José Cupertino, Rosário Nina, Gomes de Sousa, Evandro Bessa e São Raimundo.
Atendendo à diretriz do prefeito Edivaldo Holanda Júnior de proporcionar formação gratuita, integral e de qualidade a todos os estudantes do município, os projetos desenvolvidos nas escolas de São Luís e selecionados pelo governo federal incentivam o aprendizado através de experiências lúdicas, que mesclam o imaginário infanto-juvenil a aspectos da cultura popular.
 “Valorizamos e incentivamos a iniciativa dos gestores, coordenadores pedagógicos e professores que buscam boas parcerias e alternativas à rotina das salas de aula. Especialmente quando conseguimos, através delas, auxiliar no exercício da criatividade e na construção da identidade das crianças e adolescentes”, disse o titular da Secretaria de Educação (Semed), Geraldo Castro.
Cada iniciativa selecionada receberá entre R$ 20 mil e R$ 22 mil para desenvolver as atividades descritas pelo projeto. Os recursos serão repassados diretamente às escolas por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola, do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (PDDE/FNDE). O valor é calculado conforme o número de estudantes matriculados na unidade de ensino. As atividades poderão acontecer dentro ou fora da escola, por pelo menos seis meses, durante o ano letivo.
CORDEL
Autor de três livros de literatura de cordel, o professor Carlos Alberto Scanssette é o coordenador do “Convivência escolar”, um dos projetos aprovados para participar do programa Mais Cultura nas Escolas. A proposta para os alunos da U.E.B. São Raimundo é envolvê-los na produção de um livro de literatura de cordel e organizar um espetáculo teatral de bonecos com o tema da convivência escolar.
 “A aprovação de um projeto como esse resgata a dignidade e a autoestima das nossas crianças e adolescentes. A partir desse projeto, eles serão autores de livros, produtores de peças, atores e sonoplastas. Isso renova o nosso sentimento de que vale a pena continuar investindo na formação dos estudantes”, disse orgulhoso o coordenador Scanssette.
O projeto Baú de Visões, da U.E.B. Rosário Nina, também foi selecionado pelo programa federal. A formação cultural e as manifestações populares do Bairro de Fátima ganharão cor e vida nas exposições artísticas e apresentações teatrais feitas pelos próprios alunos. “No projeto, contaremos com a participação do artista gráfico Jonilson Bruzaca e da jornalista Zina Nicácio. A dança, o bumba-meu-boi, as artes visuais e músicas serão alguns dos temas abordados pelos nossos alunos”, disse a gestora Gilmara Carneiro.
Os projetos inscritos na seleção poderiam dialogar com um ou mais eixos dos nove estabelecidos pelo programa Mais Cultura nas Escolas: Criação, Circulação e Difusão da Produção Artística, Cultura Afro-brasileira, Promoção Cultural e Pedagógicas em Espaços Culturais, Educação Patrimonial, Tradição Oral, Cultura Digital e Comunicação, Educação Musical, Culturas Indígenas e Residências Artísticas para Pesquisa e Experimentação nas Escolas. 
 SAIBA MAIS
O programa Mais Cultura nas Escolas pretende potencializar processos de ensino e aprendizado por meio da democratização do acesso à cultura e da integração de práticas criativas e da diversidade cultural brasileira à educação integral. O investimento totaliza R$ 100 milhões apenas na primeira etapa, podendo ser investido na contratação de serviços culturais relacionados às atividades artísticas e pedagógicas.

Projeto de Lei propõem a criação do Dia Municipal da Menina

Cada menina tem seu jeito, mas todas precisam de proteção, atenção e cuidados diferenciados pelo simples fato de serem meninas. Com o intuito de valorizar as meninas, o vereador Ricardo Diniz (PHS) propôs um Projeto de Lei que dispõe sobre a criação do Dia Municipal da Menina no município de São Luís.
A Organização das Nações Unidas (ONU), instituiu o Dia Internacional das Meninas, celebrado no dia 11 de outubro, data que antecede o Dia das Crianças, e marca os progressos realizados na promoção dos direitos das meninas e mulheres adolescentes e reconhece a necessidade de se ampliar as estratégias para eliminar as desigualdades de gênero em todo o mundo.
Em nosso país a edição mais recente da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que o Brasil tem mais de meio milhão de meninas e adolescentes entre 10 e 19 anos ocupadas na categoria de trabalhadoras domésticas.
Além disso, de acordo com o Censo Demográfico de 2010, o país tem pelo menos 42.785 crianças entre 10 e 14 anos casadas. Como os recenseadores não conferem documentos, o número equivale a uniões informais e está concentrado principalmente em estados mais pobres brasileiros, como Alagoas e Maranhão, ou unidades da federação com maior incidência de indígenas, como Acre e Roraima. A prática é ilegal e tratada no Código Penal como estupro de vulnerável.
E ainda segundo Anette, no Brasil, a taxa de gravidez precoce em meninas de 14 a 17 anos matriculadas na escola varia entre 5% e 6%, mas esse número chega a 30% no universo de meninas adolescentes fora da sala de aula.
Diante desses dados que mostram a realidade encontrada em nossa sociedade, o vereador criou este Projeto como forma de promover o debate público dessas questões, visando condições cada vez melhores para as meninas. O referido Projeto de Lei que propõem a criação do Dia Municipal da Menina está em fase de Redação Final na Câmara Municipal dos Vereadores de São Luís.

Lobão ainda não tem certeza da pré-candidatura do filho

Maranhão da Gente

 
Mesmo sendo recebido por diversos militantes do PMDB e de outros partidos alinhados ao Palácio dos Leões na chegada a São Luís, o suplente de senador e empresário Edinho Lobão ainda não é considerado nem mesmo pelo pai, o senador e ministro das Minas e Energias, Edison Lobão, como o pré-candidato do grupo Sarney ao Palácio dos Leões.

Em conversa com a reportagem do site Maranhão da Gente,  Edison Lobão disse que o filho pretende fazer uma campanha baseada em propostas para o Estado, caso ele seja o pré-candidato do grupos Sarney. Lobão , João Alberto falaram com a reportagem do site Maranhão da Gente quando estavam aguardando a chegada de Edinho Lobão que desembarcou em São Luís no início desta tarde.

As declarações de Edison Lobão apontam que o nome do filho, ainda não é consenso dentro do grupo Sarney  e isto foi demonstrado pela pouca quantidade de prefeitos presentes ao local. A expectativa era de que centenas de prefeitos fossem ao aeroporto receber o suplente de senador, mas isto não ocorreu e conforme números do senador João Alberto informados ao site Maranhão da Gente, no máximo 20 prefeitos estavam aguardando o desembarque de Edinho Lobão.

O ato que será realizado agora a tarde na Assembleia Legislativa não é visto como um lançamento oficial da pré-candidatura de Edinho Lobão e sim como uma reunião dele com lideranças políticas do grupo Sarney. O presidente do diretório estadual do PMDB, Remi Ribeiro admitiu que tal evento não é o lançamento da pré-candidatura, embora reconheça que hoje Edinho Lobão é o nome que o partido pretende defender como opção para disputar o governo do Estado representando o grupos Sarney.

As observações feitas  por Remi Ribeiro e do ministro Edison Lobão retratam que o cenário ainda é de construção do consenso em torno do nome de Edinho Lobão que ainda enfrenta resistência entre os políticos aliados ao Palácio dos Leões. E tais resistências ocorrem  até mesmo dentro do PMDB, onde as divergências aumentaram após Luís Fernando Silva, desistir da pré-candidatura ao governo do Estado.

Caravana Maranhão sem Drogas reúne com o vereador Ricardo Diniz

A coordenadora da Caravana Maranhão sem Drogas, Isabelle Passinho, realizou visita ao Gabinete do Vereador Ricardo Diniz (PHS). Na oportunidade, ela que é a coordenadora do Projeto, expôs ao parlamentar a dificuldade que a equipe vem enfrentando na execução do projeto no Estado do Maranhão. Segundo ela, o poder público não abriu as portas para receber a ideia, que criar células de combate ao uso de drogas nas escolas do ensino médio e fundamental para que as drogas sejam combatidas desde a infância. “Vemos muitas vezes o uso de drogas começa ainda na infância”, destacou a coordenadora.
Para o vereador Ricardo Diniz, que criou em 2013 a Frente Parlamentar de Combate ao Uso de Drogas, a Caravana Maranhão Sem Drogas é uma oportunidade que o poder público e privado tem de fazer um trabalho com profissionais especializados para as crianças e adolescentes. “Conheço a Isabelle Passinho e sei do comprometimento dela para desenvolver esse trabalho”, relatou. O parlamentar se comprometeu em mediar o contato dos coordenadores do projetos junto aos órgãos competentes da esfera pública e empresas de iniciativa privada para o desenvolvimento de um projeto piloto.
O Programa é formado por uma série de entidades que trabalham pelo combate das drogas no Estado do Maranhão, como o poder público, sociedade civil organizada e população. O objetivo da Caravana é promover a difusão do programa Maranhão Sem Drogas expandindo suas ações pelo Estado, proporcionando um ambiente propício à socialização
Como funciona a Caravana?
A Caravana se divide em três núcleos:
1 – Cultural: atividades culturais, apresentações musicais, atividades recreativas, teatrais e esportivas;
2 – Prevenção: realização de palestras, oficinas orientação psicossocial e atendimento direcionado às famílias dos usuários;
3 – Tratamento: atendimento com uma equipe multidisciplinar (psiquiatra, psicólogo e psicanalista), encaminhamento para tratamentos no CAPES ou inserção em casas de assistência.

Brasil: uma herança de Sarney, Collor e Fernando Henrique Cardoso

Não há no mundo nenhum país tão desigual como o Brasil, e alguns analistas já estão na brasilização do planeta para traçar um retrato do mundo que está chegando. e ao dizer brasilização eles não se referem, por certo á difusão internacional do futebol alegre, do carnaval espetacular e da musica que desperta os mortos, maravilhas através das quais o Brasil resplandece a grande altura, mas á imposiçao, em escala universal, de um modelo de sociedade fundamentado na injustiça social e na discriminação racial. Nesse modelo , o crescimento da economia multiplica a pobreza e a marginalidade. Berlíndia é outro nome do Brasil: assim o economista Edmar Bacha batizou este país, onde uma minoria consome como os ricos na Belgica, enquanto a maioria vive como os pobres da Índia. Nas eras das privatizaçoes e do mercado livre o dinheiro governa sem intermediarios. Qual a função que se atribui ao estado? O estado de ocupar-se da disciplina da mão de obra barata, condenada a um salário anão, e da repressão das perigosas legioes de braços que não encontram trabalho; um Estado juiz e policial, e pouco mais do que isso. em muitos paises do mundo, a justça social reduzidad a justiça penal. O estado vela pela segurança pública; de outros serviços já se encarrega o mercado e da pobreza, gente , regioes pobres cuidará Deus, se a policia não puder - Embora a administração pública queira posar de mãe piedosa, não tem outro remédio senão consagrar suas minguadas energias ás funçoes de vigilancias e castigo. Nestes tempos neoliberal, os direitos publicos se reduzem a favores do poder e o poder se ocupa da saúde pública como se fossem formas de caridade pública em vespera de eleiçoes.