sábado, 25 de março de 2017

A restauração da capela e a História do Futuro


Cristiano Capovilla
Por Cristiano Capovilla e Fábio Palácio
Que relações podemos estabelecer entre a restauração de uma antiga capela e o futuro político do Maranhão? O ex-presidente e escritor José Sarney, em curto artigo veiculado no último domingo (19) em jornal de sua propriedade, estabelece a disjuntiva entre passado glorioso e futuro tenebroso, de vez que, na realidade presente, “tudo cai no Maranhão”. Na visão de Sarney, a culpa pelo suposto infortúnio seria de uma doutrina apresentada como avessa à “propriedade” e à “religião”: o comunismo, recentemente alçado ao poder central do estado com a eleição do governador Flávio Dino.
Em se tratando de igreja, futuro e Maranhão, talvez o mais conceituado cronista ainda seja o padre Antônio Vieira, que, em sua História do Futuro, deixa-nos um precioso ensinamento acerca daqueles que preferem viver do passado. Retomando a velha querela filosófica entre tradição e modernidade, o Imperador da Língua Portuguesa coloca-se ao lado dos que vivem o presente e constroem o futuro, locus da realização da profecia. Ele critica aqueles que só enxergam autoridade no passado, desconhecendo o trabalho do tempo. São os que têm a cabeça virada para as costas “sem descobrir e inventar cousa alguma”; “são mais copiadores que autores, acrescentando às opiniões número, mas não peso”. Para ele, a causa de serem preteridos os novos é a ignorância acerca do tempo presente ou, pior, a inveja dos contemporâneos: “Inveja que só louva os mortos para melhor denegrir os vivos”.
Argumentando em favor do cumprimento das profecias, diz Vieira: “Os profetas do Velho Testamento anunciaram a Cristo [...], mas o Batista mostrou-o melhor. Os outros diziam ‘há de vir’; e ele disse: ‘é este’”. Não por acaso, lembra o Imperador, “a palavra evangelho quer dizer, precisamente, boa nova”. Como nos sugere o crítico literário Alfredo Bosi, “essa pertença do profetismo à linguagem religiosa não impede que a sua aplicação à ordem secular, ao mundo, ganhe uma dimensão política”.
Fábio Palácio
Não pode haver disjuntiva, a não ser estéril, entre o que foi e o que é. Os modernos beneficiam-se do legado e das lições do tempo, inclusive com a possibilidade de corrigir os erros do passado. Inversamente, toda tradição digna desse nome compreende que só se pode realizar plenamente no devir – ainda que não mais como tradição. Afinal, conforme argumenta o líder comunista Lenin em seu A que herança renunciamos?, não se conserva uma herança “como os arquivistas conservam papéis velhos”. Ser depositário da tradição não significa limitar-se a ela.
É assim que, na relação entre passado e futuro, deve sempre prevalecer a mediação da atualidade. Deve vigorar o desejo e a consciência do presente. Pois o ontem não existe em si, mas apenas subsumido às prioridades de hoje. E esse hoje nada mais é do que a luta política em torno de projetos programáticos, isto é, de projetos de futuro. Passado, presente e futuro unidos em uma única constelação histórica. Devêssemos nós, nesse sentido, aprender com a dialética de Vieira – a mesma que os comunistas reivindicam e pretendem renovar. O jesuíta sabiamente inverte o sentido das palavras: o novo, justamente por vir depois, por último, é verdadeiramente o antigo, pois acumula os séculos passados; já o antigo, por ter vindo primeiro, antes, é precisamente o novo, pois ainda não acumulou a herança do tempo...
“Se a memória bastasse”, questiona-se Vieira, “por que Deus teria nos dado entendimento?”. De fato, muitos de nossos impasses resultam de não compreendermos que o passado jamais se encerra em si mesmo. Nossa existência é efêmera em face da infinitude do processo transformador. Mesmo a forma como as diferentes gerações percebem-se umas às outras diz-nos muito dessa incompreensão. É comum cada geração reclamar para si, e anunciar com pompa e circunstância, a “conclusão” da obra transformadora. Os esforços já realizados são solenemente evocados, e então as antigas gerações mostram-se irritadas e mesmo desorientadas quando a juventude, vocalizando seus anseios irreconhecíveis — tanto
nos propósitos quanto, mais ainda, nos sotaques —, proclamam que a transformação afinal não veio, que ainda há muito por fazer.
 A disjuntiva entre pretérito e porvir só existe quando este, abdicando do papel realizador que lhe é precípuo, transmuta-se ele próprio em retorno ao passado. Isso pode acontecer em muitas partes, e há quem diga que ocorre hoje no Brasil. Não é, de modo algum, o caso do Maranhão. A restauração da Capela de São José das Laranjeiras é prenúncio de todas as restaurações que precisam ser feitas no Maranhão, pois herdamos uma tradição que se pretende, muitas vezes, em disjuntiva com o futuro. Proclamemos, então, como Vieira: “Saudades do futuro as que ditam as nossas esperanças”.

* Cristiano Capovilla é professor de Filosofia da UFMA e diretor da Fundação Maurício Grabois – Maranhão.

* Fábio Palácio é professor do Depto. de Comunicação Social da UFMA e presidente da Fundação Maurício Grabois – Maranhão.

Diretor esclarece denúncia de “operações suspeitas” na Câmara de São Luís

Em respeito aos vereadores, servidores e cidadãos ludovicenses, o diretor geral da Câmara Municipal de São Luís, Itamilson Corrêa Lima, esclarece denúncia publicada no blog Maldine Vieira, na quinta-feira(23). “Instituto fundado por diretor da CMSL é agraciado na gestão Astro de Ogum” foi o título usado pelo blogueiro para denunciar “operações” suspeitas no legislativo municipal.
É oportuno ressaltar, que muito embora o texto abaixo tenha sido enviado ao titular do blog, tomando por base o que assevera o art. 5º, V da Constituição Federal c/c art. 1º da Lei 13.188/015, transcorrido mais de 19h, o Direito de Resposta não fora publicado. Sendo assim, urge a necessidade que sejam esclarecidas das informações.
 
A verdade dos fatos
Apesar do desprezo que tenho por determinados indivíduos e pelas suas condutas ou “modus operandi”, nesse momento, sinto-me obrigado a responder publicamente a duas postagens de um tal de Maldine Vieira, o qual, após o envio de alguns recados pelo seu pai, Marcelo Vieira, pedindo uma sinecura na Câmara Municipal para o filho, resolveu atacar-me maldosa e desonestamente, utilizando a covardia e veniaga encontrada como modo de sobrevivência. 
 
Por outro lado, preciso externar o meu respeito por todos os profissionais responsáveis e comprometidos com a verdade, que utilizam espaços impressos ou eletrônicos para bem informar ou promover reflexões inteligentes.
 
Incialmente é necessário ressaltar que o contrato atacado na postagem não é secreto e nem  fruto das “operações” insinuadas pelo blogueiro, uma vez que, no prazo devido, foi encaminhado  ao órgão fiscalizador das contas da Câmara Municipal de São Luís para apreciação e julgamento.
 
Sentir falta na matéria de aprofundamento acerca do objeto contratado e sobre sua não execução, o que faria da notícia uma verdadeira denúncia de surrupio do dinheiro público. No entanto o texto se ateve a questões formais que não correspondem à realidade, apenas, com o intuito óbvio de comprometer a mim e ao presidente da Casa.
 
A falta de assinatura, meu caro, não versa sobre o contrato original, que se encontra disponível para apreciação em caso de dúvida. O que aconteceu foi que o escaneamento do processo para envio ao TCE que se deu por meio de uma de suas vias, a qual inobservadamente não estava ainda toda assinada. Erro formal que não invalida, nem é capaz de desonrar a contratação.          
 
Visando promover a continuidade do serviço público, os técnicos da gestão atual começaram a trabalhar nos últimos meses da gestão anterior. Isso é regulado, na esfera federal, pela Lei de nº 10.609/02. Desse modo, a solicitação de contratação de empresa para promover o Levantamento e Recadastramento do corpo funcional foi realmente no primeiro dia oficial do mandato, porém não no primeiro dia de trabalho da equipe.    
 
A contratação foi feita respeitando as regras públicas presentes na Lei 8.666. O trabalho foi devidamente executado, diversas matérias foram produzidas, na época, pelos variados veículos de comunicação do estado. Relatório de conclusão entregue e, conforme já mencionado, encaminhado ao Tribunal de Contas para apreciação e julgamento. Portanto, estamos tranquilos e conscientes de que não há “operação” nenhuma em nossa gestão.
 
Outro ponto delicado e pernicioso da trama rasa de vocábulos mal escrita pelo “menino” é quando afirma que demonstrará a minha relação com o Instituto Lógica e pensa que o faz afirmando que sou o fundador da entidade. De fato, sou um dos fundadores do Instituto, inclusive, fui escolhido, na época, para presidir a entidade nos seus quatro primeiros anos.
 
No entanto, próximo de findar o meu mandato, que, aliás, renunciei faltando quase 1 ano para o término, em razão de ter sido chamado para desenvolver atividade incompatível, não quis a reeleição. A partir daí, caro Maldine, não fiz mais parte da entidade, em nenhum cargo de sua diretoria. Por conseguinte, essa relação propagada por você desapareceu, lá em 2011, quando abrir mão da presidência.
 
Não negarei que por conhecer a entidade, a idoneidade e responsabilidade de seus gestores, sempre que sou indagado sobre alguma entidade sem fins lucrativos, o indico sim, assim fiz na ocasião, mas em nada influenciei para a sua contratação. A sua escolha, que, aliás, foi a única desde 2015 até a presente data, atendeu aos princípios e regras de contratação exigidos pela administração pública.
Por fim, coloco-me a disposição dos órgãos fiscalizadores e de controle, bem como a administração maior da Augusta Casa onde trabalho, para quaisquer esclarecimentos acerca dos fatos, e aproveito para aclarar ao blogueiro que “as demais operações”, bem como o documento exclusivo provando que sou “dono” e beneficiado direto do Instituto, assim propagado,  com o simples propósito de me caluniar, deverá ser apresentado à justiça, haja vista que o ônus da prova cabe a quem acusa. Ah! Ia esquecendo, quanto ao emprego, diga para seu pai pedir ao presidente. Só ele tem esse poder...!
 
Itamilson Corrêa Lima
Diretor Administrativo da CMSL

Flávio Dino faz visita histórica na Câmara e firma pacto com vereadores

 
Acompanhado do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), de secretários e outros auxiliares, o governador Flávio Dino (PCdoB),  fez visita de cortesia na manhã do último dia 20, na Câmara Municipal de São Luís. Ele e sua comitiva  foram recepcionados pelo presidente da Casa, Astro de Ogum (PR) e mais 29 vereadores, num café da manhã que aconteceu no Salão de Atos da Casa. Essa foi a primeira vez que um governador do estado foi ao Legislativo ludovicense.
 
A inédita visita resultou em um pacto feito entre  o Governo do Estado e a Câmara Municipal para agilizar mudanças no Plano Diretor de São Luís. Flávio Dino ressaltou que precisa do apoio dos vereadores, para que agilizem as alterações para que assim o governo estadual possa estabelecer programas de ações na área municipal, como a expansão da Avenida Litorânea, que já está licitada,  e também trabalhos para a Zona Rural dá capital.
 
“Estou aqui em visita de cortesia, retribuindo o gesto do vereador Astro de Ogum, que recentemente esteve no Palácio dos Leões. Nesse ato, estamos também propondo o que pode se chamar de um pacto por São Luís. Apresento pelo menos 3 pontos de prioridade, que é a retomada do programa Mais Asfalto, a ampliação do  pátio de container do Porto do Itaqui, com vistas à exportação de carnes, além de um trabalho para o melhoramento da qualidade de vida dos moradores da zona rural”, destacou o governador.
 
PREFEITURA RECEBE APOIO DA CÂMARA
 
Em sua explanação, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior assegurou que tem recebido importante apoio da Câmara Municipal e lembrou o processo de licitação do sistema de transporte coletivo da capital, assunto que há muito tempo era pauta da Prefeitura, mas que saiu do papel por conta do empenho dos vereadores. 
“O presidente da Câmara, Astro de Ogum, vem superando todas as expectativas com  um trabalho muito afinado e muito dinâmico. Superou até meu pai, o deputado Edvaldo Holanda, que foi presidente desta Casa na década de 1970”, revelou o prefeito.
 
Flávio Dino também revelou que o pai dele, o jornalista, advogado, escritor e ex-deputado Sálvio Dino, foi vereador de São Luis, eleito em 1954.
 
O deputado federal Weverton Rocha, que participou do encontro, destacou as ações da Câmara Municipal, falou sobre a crise política e econômica e disse que é necessário  parar com  as espetacularização por parte da mídia em torno do episódio da fraude na carne, destacando que isso pode provocar a inviabilização da exportação de carne para o mercado internacional.
 
O vereador Honorato Fernandes (PT), também fez uso da palavra, destacando que, pela primeira vez em na história, a Câmara Municipal de São Luis estava recebendo a visita de um governador do Estado, acompanhado do prefeito da capital. Ressaltou ser esse evento um ponto extremamente positivo para o Legislativo Ludovicense e para a classe política do Maranhão.
 
Por sua vez, o presidente da Câmara, Astro de Ogum salientou o empenho dele e dos demais vereadores quanto aos avanços dá Câmara. Ele disse estar agradecido ao governador e ao prefeito Edivaldo Holanda Júnior, pela visita feita ao Legislativo, que a partir de sua administração, pode exibir avanços em todos os setores. 
“Vejo no governador Flávio Dino e no prefeito Edivaldo Holanda Júnior duas grandes lideranças,  dois grandes administradores, que se caracterizam pela sensibilidade. Enquanto grandes Estados como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul sofrem com as mazelas da crise, pagando salários em parcelas, aqui, no Maranhão, o Estado e a capital continuam pagando seus funcionários em dia, além de manterem os cronogramas de obras em andamento”, destacou Astro.
 
 
AGRADECIMENTOS
 
“Agradeço aqui ao governador, ao prefeito que me apoiaram na última eleição para a presidência da Câmara. Aproveito para dizer aos colegas vereadores que deveremos organizar um encontro entre nós, porque quero  agradecer a cada um pelo apoio, pelo empenho e pela confiança depositada”, disse Astro.
 
Além de Astro de Astro de Ogum, participaram do evento os vereadores
Marcial Lima, Honorato Fernandes, Marcelo Poeta, Edson Gaguinho, Bárbara Soeiro, Joãozinho Freitas, Afonso Manoel, Beto Castro, Edmilson Jansen, Pavão Filho, Fátima Araújo, Josué Pinheiro, Silvino Abreu, Chico Carvalho, Isaías Pereirinha, Nato Júnior, Aldir Júnior, Marquinhos, Raimundo Penha, Estêvão Aragão, Concita Pinto, César Bombeiro, Ricardo Diniz, Geneval Alves, Paulo Victor Umbelino Junior, Silvino Abreu, Osmar Filho  e Francisco Chaguinhas.
 
Também estiverem no evento os secretários estaduais de Comunicação e Articulação Política, Márcio Jerry,  de Agricultura, Márcio Honaiser, o chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares e Pedro Lucas da Agência Metropolitana.
 
O prefeito Edivaldo Holanda esteve acompanhado do seu vice, Júlio Pinheiro e do secretário de Relações Institucionais, Hélio Soares. Todo staff do presidente da Câmara, Astro de Ogum esteve presente, a exemplo dos procuradores Walter Marques Cruz e  Samuel Melo, a diretora de Comunicação Social, Itamargareth Correa Lima e a chefe de Gabinete, Eliane Bezerra, dentre outros auxiliares.
 
Todos os vereadores destacaram a visita do governador Flávio Dino como um gesto de extrema grandeza e ao mesmo tempo de simplicidade. Ao final do café da manhã, o líder do governo municipal no Legislativo, vereador Pavão Filho (PDT), que é evangélico liderou um rápido momento
de fé e oração entre todos os presentes.
 
Terminada a reunião, o governador Flávio Dino se dirigiu ao plenário da Câmara, onde recebeu a imprensa para uma entrevista coletiva, onde falou de seu trabalho, de suas realizações e das perspectivas para este ano.

Deputado Wellington defende melhorias na assistência aos idosos com Alzheimer no Maranhão

 
Na manhã deste sábado (25), o deputado estadual Wellington do Curso (PP) reafirmou o seu posicionamento em defesa dos idosos ao discutir sobre ações de assistência e atendimento qualificado para as pessoas com Alzheimer. O pronunciamento foi feito durante o III Simpósio Maranhense sobre a doença de Alzheimer e é uma realização da Associação Brasileira da Doença de Alzheimer (ABRAz) no Maranhão. Estiveram presentes a presidente da ABRAz no Maranhão, psicóloga Ana Lúcia Azoubel Helal; o neurologista e professor doutor da USP, Paulo Bertolucc; a vice-presidente da ABRAz no Maranhão, Aline Borges, entre outros.
 
Durante os debates, Wellington reforçou a necessidade de se garantir a assistência ao idoso e de se ter uma preocupação maior, sobretudo, com os idosos mais carentes.
 “O Alzheimer é uma doença silenciosa e cruel. Isto porque, aos poucos, o idoso vai se esquecendo de suas lembranças, de suas rotinas e até de quem ele é, em casos mais graves. Nós precisamos garantir a assistência pública, por meio de parcerias e da qualificação do atendimento. Sabemos que a doença não tem cura, mas com o tratamento adequado podemos tornar a evolução mais lenta e favorecer a redução dos sintomas. Precisamos garantir a qualidade no atendimento básico, ainda na fase pré-clínica, para evitar que a doença evolua rapidamente. Além disso, precisamos otimizar as atividades desenvolvidas no Centro Social Urbano - CSU, da Cohab, que tem exercido um importante papel nesse atendimento. Tal tratamento precisa abranger tanto o idoso da classe média quanto o idoso lá da periferia que não tem condições de pagar um médico. Essa é uma preocupação nossa. Esse é um dever do Estado”, disse Wellington.
 
Durante a programação, houve a palestra proferida pela neurologista especialista em Demência, Aline Freire Borges Juliano, que falou sobre o tema “Fase pré-clínica da Doença de Alzheimer”. Logo em seguida, o professor doutor Paulo Bertolucci voltou a falar, desta vez sobre o tema “Doença de Alzheimer além da memória”. O médico geriatra Herberth Vera Cruz Furtado Marques, em seguida, falou sobre o tema “Desafios no diagnóstico e tratamento na doença de Alzheimer em fase inicial”.

Fátima Araújo pede volta da 4ª Companhia da PM.

A vereadora Fátima Araújo (PCdoB) protocolou junto a Mesa Diretora da Câmara Municipal de São Luís, uma indicação solicitando ao Governo do Estado, por meio da Secretaria de Segurança Pública, a volta da 4ª Companhia de Polícia Militar para o bairro João de Deus.
A companhia foi retirada do bairro e transferida para próximo da Rodoviária, mas de acordo com a vereadora, a criminalidade aumentou após a transferência do posto.
“Muitos comerciantes estão fechando as portas por causa do alto índice de assaltos e violência. Bairros como a Vila Conceição, São Cristóvão, Anil e outros também sofreram com a retirada da Companhia. Acredito que o secretário Jefferson Portela vai atender essa solicitação, que vai reduzir o número de criminalidade nessas comunidades”, destacou a vereadora.
Em 2014, quando a assumiu na condição de suplente, a vereadora Fátima Araújo fez essa solicitação junto ao Governo do Estado. O pedido também foi feito pela comunidade do João de Deus em 2013 com um abaixo assinado com mais de 12mil assinaturas.
A segurança pública também é umas das principais bandeiras da parlamentar no Legislativo Municipal.